7.8.11

La solitude éternelle

O feixe de luz verde do homem de chapéu cortava a realidade em duas metades, em dois mundos; e eu me via vivendo nestes mundos.

De diferentes formas eu vivia, porém era sempre o mesmo.

Se o meu destino fora traçado, nada eu podia fazer a não ser aceitar.

Enquanto eu pensava, via seus olhos encherem de lágrimas; o vento jogava seus longos cabelos louros contra o rosto e sua figura lentamente sumia diante de mim. Não mais podia alcança-la, nem mesmo em pesamento... era o fim.

Qual é o seu destino, garoto? Perguntava o homem do chapéu, enquanto sua face lentamente se moldava em um belo sorriso irónico e sagas.

Não há outro se não a eterna solidão! Meu amigo de infortúnio, e carrasco. Leve-me para além do horizonte, onde não se cré em nenhuma verdade, e onde não mais se espera pelo amor.

Um comentário:

Anônimo disse...

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