16.12.08

Entrevista do chapéu.

Por que o homem de chapéu ri perpetuamente?
R: O homem de chapéu viveu mais do que qualquer homem deste mundo, passou por experiências que qualquer homem jamais sonha em passar. Uma analogia prudente seria a do riso de um adulto diante da ingenuidade de uma criança. Essa possivelmente é a sensação.

O homem de chapéu é Deus?
R: Não há deus, lhes asseguro. E para que compreendam minimamente o que está além desse mundo é necessário um sentido que lhes ainda não foi dado.

Por que alguns homens louvam o homem de chapéu como um deus?
R: O homem de chapéu não possui afetos humanos, qualquer um que desenvolver por ele algum afeto está fadado ao sofrimento.

O homem de chapéu é bom?
R: O homem de chapéu não é bom e nem mal, nem falso ou verdadeiro. Tudo que ele diz deve ser interpretado como hipótese. Ele é capaz de vagar por realidades diversas e nesse sentido suas afirmações podem se realizar por hipótese. Exemplo: Se o homem de chapéu afirmar que tu deves morrer em dez segundos, tal afirmação não é nem falsa nem verdadeira, visto que em alguma realidade hipotética ele presenciou isso. E não sabemos quantas hipóteses existem.

O homem de chapéu pode morrer?
R: Não

Como irão combatê-lo?
R: Não há morte como pressupões, todavia, existem mecanismos para aprisiona-lo.

Por que o homem de chapéu não pode morrer?
R: O homem de chapéu é um composto incapaz de perecer nesta realidade, tu enxerga algo semelhante a fumaça.

O que é a morte?
R: Para compreender uma porcentagem é necessário um sentido que lhes falta, e que só se desenvolverá após os seus cinco sentidos conhecidos definharem. Entretanto, não é tão simples... e sou incapaz de me expressar pela sua linguagem.

Por que o homem de chapéu deve ser combatido?
R: Porque é inútil.

Por favor explique?
R: Nosso anseio é desenvolver um legislação suprema capaz de elevar o homem além dele mesmo. Semelhante ao pulo que obtivemos quando do macaco surgiu o homem.

O homem de chapéu é um obstáculo grosseiro a essa empreitada, na medida que continua influenciando hipoteticamente uma gama de realidades sem controle algum. Sem nenhum padrão. O homem de chapéu é como uma célula cancerígena que se desenvolve em um organismo sadio. Sem ordem alguma ela contamina e corrompe o todo...desordenadamente.

Como vocês irão impedir o homem de chapéu?
R: Não exite forma conhecida de impedi-lo nesta realidade grosseira. O mundo dos humanos é extremamente pobre e de formação primitiva. Possui apenas três dimensões sob as quais tudo se submete.... neste contexto precário intuiu-se nos primórdios que tudo e qualquer acontecimento esta fadado a repetir-se.

Se o homem de chapéu existe ele não pode ser "apagado", pois esta realidade é feita de ciclos que se completam e se repetem. Ele inevitavelmente retornara.

Tão pobre é esta realidade que precisa reconstruir hipóteses para que ela não pereça.

Somente podemos combate-lo em uma realidade tomada pela legislação suprema que estamos paulatinamente implantando.

Entrevista concedida pelo Legislado Supremo, na data, horário e locais desconhecidos.

20.9.08

Excertos sobre a nova doutrina.

"A definição de crime, tradicionalmente, é feita pela conseqüência de fatos naturais com relevância no âmbito penal. Neste sentido surgiram três conceitos: material de crime, formal de crime e analítico. Àquele, como uma tentativa frustrada de definir o crime pelo seu aspecto essencial ou ontológico, consistindo no sentimento primordial e natural da repulsa pelo crime, levando-se em consideração que toda e qualquer cultura definiu de uma forma ou de outra o que vem a ser o crime. Já o outro conceito -formal-, preocupou-se em definir o crime, como o trabalho subsuntivivo à legislação. Neste mesmo sentido, o conceito analítico é uma prolongação casuística: definindo pormenorizadamente os atos constitutivos do crime: em regra, sua tipicidade!...Todavia, seja material ou formalmente definido, a classificação do crime não foge à regra: sua classificação definiu-se pela conseqüência. Pasmem, até materialmente assim se procedeu, pois a vontade de punir e o próprio sentimento do que seja crime só pode ser definido após a ocorrência do crime. Ou seja, só se visualizou o crime quando o mesmo ocorreu. Diriam alguns: por óbvio.

Proponho a reformulação do conceito material de crime -no seu aspecto ontológico-, partindo da premissa de que não há necessidade da ocorrência do crime para sua classificação, sendo apenas a sua conseqüência penalmente relevante. Quero mostrar que o crime é a probabilidade que cada indivíduo tem de quebrar o comando legal -ou ordem-, ainda no seu interior, por uma "falha" no sistema nervoso. Tal falha - como pretendo chamar- é apenas uma carga ancestral predisposta. Ou seja, um resquício de culturas anteriormente habituadas a viver de forma à quebrar o comando legal". (WOLFGANG, Trickster, O promotor do crime)

9.9.08

Uma olhadela no futuro.

"O crime subsistirá porque está enraizado na natureza humana; dez dos primórdios incumbe a alguém dizer o que é certo ou errado, dizer o Direito, em suma: o que lhe é de Direito. Esse alguém é o que chamo de princípio ordenador, pois reúne ao seu redor àqueles que se submetem.
Mas porque existem os que comandam e os que se submetem? Atribui tal coisa à existência de uma força que se desenvolve com padrões diferenciados em cada humano. Da análise desse padrão seria possivel dizer porque algo ordena e porque algo é ordenado. Mais intrigante: é possivel dizer porque algo descumpre tal ordem, não levando em consideração fatos exteriores ao organismo humano;mas somente essa força que preexiste ao indivíduo, e que, de sua qualidade deflui o comportamento humano, apto ou não para descumprir a ordem. Aptidão essa que me socorro de uma vez por todas aos geneticistas". (TRICKSTER, Wolfgang, Do Conceito Genético de Crime, ED Única, Confederação, 2055)

O por quê do Trickster:

Quando pela primeira vez Jung encontrou a IMAGEM do trickster, lembrou da tradição do carnaval com sua impressionante inversão da ordem hierárquica e das normas medievais, ocasião em que o diabo aparecia como “o macaco de Deus”. Encontrava no trickster uma notável semelhança com as figuras alquímicas de Mercúrio, com sua predileção por chistes e anedotas ardilosos e por brincadeiras maliciosas, com seu poder para mudar de forma, sua natureza dual (meio animal / meio divino), a compulsão a uma ininterrupta exposição à privação e tortura, bem como uma aproximação à figura de um salvador. Apesar de ser um HERÓI totalmente negativo, o trickster consegue, através de sua estupidez, o que outros deixam de conseguir mediante um esforço concentrado.

Entretanto, como Jung descobriu, o trickster é tanto uma figura mítica como uma experiência psíquica interna (ver MITO). Onde e sempre quando aparece, e mesmo se exteriormente inexpressivo, traz a possibilidade de transformar o sem-sentido em significativo. Daí, simboliza a propensão à ENANTIODROMIA; e, apesar da criatura gauche e INCONSCIENTE que possa ser, sua ações inevitavelmente refletem um relacionamento compensatório com a CONSCIÊNCIA (ver COMPENSAÇÃO). “Em suas mais claras manifestações”, escreve Jung, “ele é um reflexo fiel de uma consciência humana absolutamente não-diferenciada, correspondente a uma PSIQUE que mal tenha deixado o nível animal” (CW 9i, parág. 465). Pode ser visto como inferior mesmo aos bichos porque já não é mais dependente do instinto exclusivamente; apesar de toda sua avidez em aprender, não conseguiu a medida plena da conscientização humana. Seu aspecto mais assustador provavelmente não está ligado simplesmente à inconsciência, mas também à sua incapacidade de relacionar-se.

Psicologicamente, Jung via a figura do trickster como um equivalente da SOMBRA. “O trickster é uma figura de sombra COLETIVA, uma somatória de todos os traços de caráter inferiores nos indivíduos” (CW 9i, parág. 484). Entretanto, sua aparição é mais que a evidência de um traço residual herdado de primitivos ancestrais. Como no Rei Lear, seu aparecimento deve-se a uma dinâmica existente na própria situação. Quando o Rei vagueia louco em resultado de suas próprias asneiras, arrogantemente conscientes, seu companheiro é o Bobo “mais sábio”.

Não obstante, a imagem do trickster quando constelada significa que uma calamidade aconteceu ou criou-se uma situação perigosa. Quando o trickster aparece em SONHOS, em PINTURAS, em eventos sincronísticos, lapso da fala, em projeções de fantasia e acidentes pessoais de todos os tipos, uma energia compensatória foi liberada (ver SINCRONICIDADE). A identificação da figura é, porém, apenas o primeiro passo para sua INTEGRAÇÃO. Com a emergência do SÍMBOLO, chama-se atenção para o estado inconsciente destrutivo original, que porém ainda não está superado. E, uma vez que a sombra individual é um componente permanente da personalidade, jamais pode ser eliminada. A figura coletiva do trickster reconstrói-se continuamente, manifestando o poder e a numinosidade energizantes das possíveis imagens de salvador (ver PERSONALIDADE MANA; NUMINOSO).

Jung descobriu a figura do trickster em The Delight Makers, de Bandelier. Escreveu seu próprio comentário intitulado “On the Psychology of the Trickster-Figure” (“Sobre a Psicologia da Figura do Trickster” ) como uma contribuição à edição alemã de The Trickster: A study in American Indian Mythology (O Trickster: Um Estudo na Mitologia Americana) (1956). Willeford (1969) é considerado freqüentemente o autor da obra definitiva sobre o assunto na PSICOLOGIA ANALÍTICA contemporânea.

28.8.08

Wolfgang Trickster: história de um promotor.

Nasceu numa pequena cidadezinha na Alemanha, chamada Rocken. Seu pai era um grande empresário no ramo da informática, trabalhava em uma multi-nacional, na qual possuía filiais por todo o mundo. Já sua adorável mãe, dona de casa, era uma pessoa muito amável e atenciosa, parecia daquelas mães que saíra de um conto de fadas.


Aos 7 anos de idade, Trickster saiu da Alemanha rumo à um novo país. Seu pai havia recebido uma proposta bastante generosa de emprego. Ele achava que era uma oportunidade única de dar uma vida mais luxuosa para seu filho e sua mulher, seguindo a tradição dos Trickster.


Pois bem, chegando no tal país, o primeiro choque foi o calor...era tropical, nada parecido com a Alemanha. Trickster ficou maravilhado - ele no fundo era um bom garoto, não reclamava, fazia tudo que seu pai mandava, queria ser igualzinho a ele, sem por nem tirar nada.


Narrador: "Na verdade, a mãe de Trickster incentivava o filho a seguir os passos do pai. Era evidente o seu papel na formação do filho".


Eles tinham acabado de sair do avião, pegaram um taxi e seguiram rumo à nova casa. Pelo caminho, o garoto admirava às pessoas. Todas pareciam felizes e despreocupadas: eles vendiam coisas pela rua, sinalizavam para o ônibus; o homem da moto berrava com o motorista do carro - Trickster achava engraçado -.


Finalmente o taxi chegou ao seu destino, uma enorme casa esperava os Trickster. A mamãe já dizia com um sorriso no rosto: - “acho que hoje vou ter muito trabalho com a mudança”. Trickster esperou o pai abrir o portão e correu para dentro do quintal, onde haviam inúmeros brinquedos.


O pai de Trickster era um homem de negócios, precisava dar um jeito de mostrar a casa para a família e rapidamente ir para o trabalho. E assim o fez!


Meses se passavam e Trickster freqüentava a escola, sua mãe laborava em casa e seu pai se dava bem nos negócios. Não era ele um pai ausente, pois sempre reservava um tempinho para brincar com o filho no quintal. Bastava alguns minutos e Trickster já se sentia satisfeito, dizendo: pai, o senhor pode voltar ao trabalho , se quiser. Em verdade, a família Trickster não poderia ser mais feliz, com a condição financeira que possuíam e o afeto recíproco, era impossível que algo poderia abalar sua estrutura.


Todavia, naquela manhã de sábado, algo aconteceu: como de costume, Trickster e o seu pai brincavam de baseball no quintal - Trickster gostava de rebater a bola com força e coragem, até que ela voando caia na casa do vizinho; ele gostava de ir à casa do vizinho buscara a bola somente para dizer que rebatia tão forte que ela sempre escapava ao seu alcance-. Trickster acabara de fazer 8 anos nessa época.


Ao retornar com a bola da casa do vizinho, viu uma cena chocante: policiais, sim sim sim, policiais estavam em frente a sua casa, muitos já dentro de sua casa. Algemaram o seu pai, o seu querido pai -- sua mãe estava em prantos--. Trickster correu como louco, e tentou esmurrar o policial que agora coagia seu pai para dentro da viatura.


O policial parou por um momento, direcionando seu olhar para o pobre garoto e disse: "preciso prender o seu pai garoto, ele fez uma coisa errada; quando a gente faz uma coisa errada, sabendo que ela é errada, a gente precisa pagar por isso. Se não nesse mundo, no mundo de Deus".


Trickster se afastou estupefato, não acreditando que seu pai seria capaz de fazer algo errado. Enquando era levado, seu pai pedia desculpas ao filho: "Wolfgang meu filho, não se preocupe com nada, cuide da sua mãe até o papai voltar".


Mas ele não voltou, tinha sido pego em flagrante, cometera estupro cominado com atentado violento ao pudor; tinha sido pego em flagrante, no calor das investigações. Os promotores daquele estado queriam sua cabeça. A reputação daquele homem tinha ido por água a baixo.

Trickster continuava vivendo sua vidinha de garoto: indo pra escola e ajudando sua mãe. Eles não precisavam trabalhar, pois tinham muitas economias. Se quisessem poderiam viver daquela forma para o resto de suas vidas. Trickster sabia que seu pai fizera algo de errado, não sabia o que era, sua mãe não dizia. Apenas dizia que não ia ver o pai por bastante tempo... às vezes ele flagrava a mãe chorando pelos cantos, sabia que o pai tinha feito algo errado.


Passou-se um ano; Trickster tinha 9 anos quando passeando pelo quintal da escola, um de seus coleguinhas lhe mostrou uma reportagem no jornal. Era o seu pai, ele iria a julgamento pelo tribunal do júri, a acusação queria condenação perpétua pela brutalidade do crime.


Trickster olhava sério para a reportagem, finalmente agora sabia o que seu pai havia feito. O garoto não esboçou reação alguma, apenas pegou o jornal e atirou na lata do lixo próxima a ele. Como se nada tivesse acontecido.


Chegando em casa, Trickster disse para a sua mãe que queria ir ao julgamento de seu pai. A reação dela foi imediatamente cair em prantos, dizendo que ele não poderia ir, e que seu pai era inocente... ela dizia que crianças não podiam ver julgamentos. Trickster não esboçava reação alguma.


Alguns dias se passaram e o julgamento estava próximo, e havia alguns murmúrios sobre isso na sua escola, mas nada que o assustava. Trickster queria ver o julgamento, sabia que passaria na TV.


Como sua mãe não deixou que ele fosse até o fórum, o garoto ficou em casa - aproveitou que sua mãe tomou vários calmantes nesse dia para dormir-- ligou a TV exatamente quando o sol estava à pino e pois-se a acompanhar o cessão do júri.


Viu o seu pai em meio a centenas de repórteres, que pareciam mais abutres sobre carne fresca, entrando no fórum. Filmaram lá dentro: agora o seu pai estava acompanhado do advogado de defesa. Passaram inúmeras entrevistas com os familiares da vitima, que narraram fatos horríveis. Trickster estava rígido, duro como uma pedra sentado no sofá.


Iniciou-se a cessão do júri, com o advogado de defesa defendendo o seu pai. Trickster olhava atentamente aquele homem, cada palavra, cada afirmativa... pensava, pensava, ouvia e ouvia... sua pequena cabeça estava envolta em elementos estranhos, elementos degradantes... passou-se uma hora, duas horas. Terminou, o advogado terminou sua sustentação, dizia o repórter.


Trickster ficou de pé e pensou em voz alta: MENTIROSO, ESSE HOMEM MENTE; COMO É COVARDE.


Sentou-se novamente, lágrimas escorriam de seu rosto: quando as câmeras se voltaram para o Promotor de Justiça. Era um homem alto, de cabelos negros, toga e terno negro, usava um chapéu, um grande chapéu social --Trickster arregalou os olhos --. O homem de chapéu estava na tribuna, no entanto, nada dizia. Escorregou sua mão direita até o bolso esquerdo de seu palito. De lá retirou um isqueiro e um maço de cigarros. Com um suave toque no fundo do maço, um cigarro foi ejetado até sua boca, e como que um malabarista, escorregou o isqueiro entre os dedos acendendo-o. Uma fumaça cinza tomava conta do tribunal e dos jurados.


Trickster sentia cheiro de fumaça, não sabia da onde, mas era um cheiro de fumaça misturada com mel, que o deixou inebriado. Mas, quando voltava a si o homem de chapéu olhava fixamente para a câmera, parecia que olhava para Trickster. Ele ficou assustado... falava em sua mente: SEU PAI É UM CRIMINOSO.


Trickster desmaiou... quando acordou, estava dentro da sala de aula em sua escola. Olhou para os lados como um cão confuso "????".


No intervalo, correu para casa imediatamente, mas quando lá chegara, deparou-se com sua mãe em prantos - como de costume - soluçando dizendo que seu pai havia sido condenado, CONDENADO.


Trickster abriu um sorriso enorme e disse: meu pai é um criminoso, ele precisa ser condenado. Ao ouvir as palavras do garoto, sua mãe pegou-o pelo braço e sacudiu-o: "nunca mais diga isso Wolfgang, seu pai é um homem bom".


Dez anos se passaram, Trickster havia se formado em Direito com louvou. Ele queria ser Promotor de Justiça. Ao longo de sua vida acadêmica, era tratado com respeito, pois era muito inteligente... fazia questão de memorizar cada instituto do Direito Penal, "tintin por tintin". Durante esse período, dedicou-se exclusivamente à estudar. Sua vida social praticamente não existia.


Foi durante esse período que desenvolveu uma mórbida teoria, precisou até mesmo fazer análise. Trickster achava que todo o ser humano era potencialmente um criminoso. Até mesmo seu pai, um bom homem, cometeu um crime. Ele também achava que um dia seu destino era ser julgado e condenado. Todavia, queria ser Promotor, achava que eles eram homens abençoados... que, enquanto no exercício de sua profissão, estavam imunes do crime!!! Mas que, um dia, todos os Promotores também seriam JULGADOS E CONDENADOS.


Apos mais seis anos de estudo Trickster passou por um exame nacional que selecionava Promotores de Justiça.... Além da prova os pré-promotores tinham de realizar campanhas para prevenção do crime. Ele passou com louvou.


Trickster agora é PROMOTOR DE JUSTIÇA.

5.4.08

O ideal restrito.

"No Estado onde as Instituições responsáveis pela proteção da democracia e interesse da sociedade estão em descrédito, cabe ao Agente Público responsável, a obrigação de possuir em seu sangue o dever de justiça: em seu caráter, muito mais, -- em sua honra". Wolfgang Trickster, promotor de justiça.