16.3.06

O destino de alguns poucos homens.

Olá meus caros amigos e raros leitores, mais uma vez encontro-me diante de uma daquelas raras visões onde eu enxergo algo de profundo valor. Pois bem, existem homens que são órfãos de pai e mãe; homens que não se assemelham; homens que nasceram de si mesmos?. A verdade é que todos eles são exceções, pois carregam o fardo da extemporaneidade que basicamente os fazem pessimista e sofredores. A sociedade para esses homens é algo muito pequeno, algo muito simples, algo que não faz sentido. Tendo em vista sua mente sagaz, muitas vezes alguns deles acabam reduzindo certas observações próprias em sátiras, pois só assim se consegue suportar o fardo da sua profunda observação.

Tais homens carecem de amizades ou/e inimizades, sendo que no seu íntimo toda desconfiança dirige-se a eles próprios. Em sua grande maioria eles preferem sua própria companhia; mas às vezes, precisam perder-se de si mesmo e encontrar algo próximo, no entanto, não tão próximo: algo abaixo deles, algo sob a sola de seus sapatos.

Com relação ao amor, esses homens um tanto indiferentes sofrem pelas mulherzinhas: esses seres que os atraem em certas ocasiões, e que os procuram em, também, certas ocasiões. Eles amam, no entanto, seu amor é silencioso, pois sabem de antemão que só existe um único destino --- a solidão.

Um comentário:

Edd disse...

Agreeeeed o_o

Me encaixo em grande parte do texto, principalmente em ver que amor não é nada além de uma proposição lírica, bonitinha de se ver e de se aceitar, mas nunca vivenciada pois nunca é a mesma coisa para os envolvidos.

Pensar de mais é doença, todo mundo que fez isso morreu louco. Eu ou devo morrer logo, ou já me conformei com a idéia da loucura.